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FEIMEC 2026: o palco onde produtividade e precisão viram resultado no corte de metais

  • Foto do escritor: JLH Serras
    JLH Serras
  • 7 de mai.
  • 3 min de leitura

Se tem um lugar onde promessa vira prova, é na FEIMEC. No mesmo pavilhão, você compara máquinas, automação e processos lado a lado e entende, em minutos, o que no dia a dia costuma levar semanas de tentativa e erro: qual configuração entrega corte reto, repetível e com menor custo por peça.


A edição de 2026 reforça exatamente isso: conteúdo técnico, networking e negócios para toda a cadeia industrial.


Quando e onde acontece a FEIMEC 2026


  • Data: 05 a 09 de maio de 2026

  • Horário: terça a sexta, 10h às 19h | sábado, 9h às 17h

  • Local: São Paulo Expo Rod. dos Imigrantes, Km 1,5 (São Paulo/SP)


Por que a FEIMEC é decisiva para quem vive o chão de fábrica


Feira boa, para a indústria, é a que ajuda você a reduzir risco de investimento. E a FEIMEC tem um perfil bem claro: na comunicação do evento, aparecem números como +70.000 visitantes profissionais (edição 2024), com 85% tendo papel decisório e 90% buscando novos fornecedores e tecnologias.


Na prática, isso significa um ambiente perfeito para:

  • comparar tecnologias de corte sem achismo;

  • discutir processo completo (máquina + lâmina + parâmetros + fluido + setup);

  • fechar melhorias que impactam direto a operação: menos paradas, menos refugo, mais produtividade.


O que observar na feira para transformar “corte” em resultado


Quem compra solução de corte não está comprando “máquina”. Está comprando continuidade de produção. E ela depende de quatro pilares que você consegue enxergar na FEIMEC:


1) Estabilidade do conjunto (rigidez + controle)


Vibração e flexão são inimigas silenciosas: aparecem como corte torto, acabamento irregular e desgaste acelerado. Em demonstração, repare se a máquina mantém comportamento consistente do início ao fim do ciclo (principalmente em materiais mais exigentes).


2) Avanço bem controlado (sem “apertar” a lâmina)


Avanço agressivo demais derruba a vida útil; avanço instável cria variação no cavaco e sobrecarga o dente. O “pulo do gato” é buscar equilíbrio entre produtividade e estabilidade, mantendo o processo previsível.


3) Evacuação de cavaco + refrigeração/lubrificação


Cavaco bem formado geralmente indica que a energia do corte está indo para onde deveria. Quando cavaco acumula ou falta refrigeração adequada, surgem:

  • aumento de temperatura,

  • perda de fio,

  • trincas e quebras prematuras,

  • queda no rendimento por turno.


4) Facilidade de setup e repetibilidade


Se a solução depende de “um operador específico”, o processo vira loteria. Uma boa escolha é a que entrega repetibilidade, reduzindo ajustes manuais e tempo de máquina parada.


O melhor investimento é o que você valida ao vivo


Feiras como a FEIMEC encurtam o caminho entre intenção e resultado porque permitem ver o que interessa: corte real, com comportamento real, sob condições próximas do seu dia a dia.


E aqui vai uma dica prática: quando estiver comparando soluções, pense sempre em custo por corte (e não só em velocidade). Porque no fim das contas, quem ganha é quem produz mais sem parar.


A JLH na FEIMEC 2026: testes de corte no estande E156


A JLH atua globalmente em tecnologia de serras e soluções de corte, com foco em precisão, confiabilidade e suporte ao longo do ciclo de vida do equipamento.


E no final, o convite mais importante: a JLH estará presente no estande E156, realizando testes de corte durante a FEIMEC 2026. Passe para ver o desempenho na prática, tirar dúvidas técnicas e discutir como reduzir paradas e melhorar o custo por peça.

 
 
 

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